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	<title>Comentários em: Às compras no E.Leclerc</title>
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	<description>Seja irresponsável. Leia sem moderação.</description>
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		<title>Por: Helder Encarnação</title>
		<link>http://www.mercadologia.org/as-compras-no-eleclerc/comment-page-1/#comment-960</link>
		<dc:creator>Helder Encarnação</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 21 Apr 2008 23:02:45 +0000</pubDate>
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		<description>Olá W. Teixeira!
Muito obrigado pela visita e pelo comentário! É engraçada essa do &quot;cobertura direta no caixa&quot; ;)
Um abraço</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Olá W. Teixeira!<br />
Muito obrigado pela visita e pelo comentário! É engraçada essa do &#8220;cobertura direta no caixa&#8221; <img src='http://www.mercadologia.org/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' /><br />
Um abraço</p>
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		<title>Por: W. Teixeira</title>
		<link>http://www.mercadologia.org/as-compras-no-eleclerc/comment-page-1/#comment-952</link>
		<dc:creator>W. Teixeira</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 19 Apr 2008 16:22:12 +0000</pubDate>
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		<description>Resido no Rio de Janeiro, onde as grandes redes de supermercados, com excessão do Carrefour e do Wall-Mart, pertencem a familias portuguesas. O animador ao microfone, fazendo algazarra e anunciando as promoções, é uma prática comum em todas as redes, tanto dos portugueses, quanto dos franceses e dos americanos. Muitos animadores ainda têm o cuidado de ressaltar que não se tratam de produtos no fim do prazo de validade - o iogurte ou a salsicha &quot;ainda têm mais de 15 dias de validade para serem consumidos&quot;, ressalta o animador tagarela. Mas regatear o preço no caixa, também é uma prática comum em todos os supermercados, sem necessidade de nenhuma discussão ou habilidade especial. Basta levar o folheto de promoção do cocorrente, dentro do respectivo prazo de validade, onde esteja explícito o tipo de produto, tamanho da embalagem e, é óbvio, o respectivo preço. Isto tem inclusive, um nome: chame-se &quot;cobertura direta no caixa&quot;. Nome simpático, não? Aguardem, pois vocês ainda vão atingir esse &quot;grau de desenvolvimento&quot;, e chegar lá, é só uma questão de tempo...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Resido no Rio de Janeiro, onde as grandes redes de supermercados, com excessão do Carrefour e do Wall-Mart, pertencem a familias portuguesas. O animador ao microfone, fazendo algazarra e anunciando as promoções, é uma prática comum em todas as redes, tanto dos portugueses, quanto dos franceses e dos americanos. Muitos animadores ainda têm o cuidado de ressaltar que não se tratam de produtos no fim do prazo de validade &#8211; o iogurte ou a salsicha &#8220;ainda têm mais de 15 dias de validade para serem consumidos&#8221;, ressalta o animador tagarela. Mas regatear o preço no caixa, também é uma prática comum em todos os supermercados, sem necessidade de nenhuma discussão ou habilidade especial. Basta levar o folheto de promoção do cocorrente, dentro do respectivo prazo de validade, onde esteja explícito o tipo de produto, tamanho da embalagem e, é óbvio, o respectivo preço. Isto tem inclusive, um nome: chame-se &#8220;cobertura direta no caixa&#8221;. Nome simpático, não? Aguardem, pois vocês ainda vão atingir esse &#8220;grau de desenvolvimento&#8221;, e chegar lá, é só uma questão de tempo&#8230;</p>
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		<title>Por: Napoleão Mira</title>
		<link>http://www.mercadologia.org/as-compras-no-eleclerc/comment-page-1/#comment-263</link>
		<dc:creator>Napoleão Mira</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 Nov 2007 11:19:51 +0000</pubDate>
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		<description>Esta é uma prática que pensava já enterrada e com missa de sétimo dia.
Há anos esta era uma prática corrente em cadeias de supermercados que tinham os seus speakers de serviço que faziam mais &quot;estardalhaço&quot; que promoção dos produtos e serviços a que se destinavam.
Se pensarmos que muitas (mas mesmo muitas) pessoas fazem compras como exercicio de interiorização, outros para exorcizarem os seus fantasmas ou ainda como forma de compensação emocional, a última coisa coisa que querem é ser agredidos com o fantástico preço do carapau, ou com a promoção dos grelas espanhóis.
Estou com a autora quando afirma que não é vergonha fazer compras em lojas económicas (porque haveria de ser?) e também reconheço que os utentes (ou nestas lojas chamam-se fregueses?) sabem muito bem o que pretendem não necessitando de um espalhafatoso animador que lhes berre aos ouvidos a qualidade do berbigão.
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		<content:encoded><![CDATA[<p>Esta é uma prática que pensava já enterrada e com missa de sétimo dia.<br />
Há anos esta era uma prática corrente em cadeias de supermercados que tinham os seus speakers de serviço que faziam mais &#8220;estardalhaço&#8221; que promoção dos produtos e serviços a que se destinavam.<br />
Se pensarmos que muitas (mas mesmo muitas) pessoas fazem compras como exercicio de interiorização, outros para exorcizarem os seus fantasmas ou ainda como forma de compensação emocional, a última coisa coisa que querem é ser agredidos com o fantástico preço do carapau, ou com a promoção dos grelas espanhóis.<br />
Estou com a autora quando afirma que não é vergonha fazer compras em lojas económicas (porque haveria de ser?) e também reconheço que os utentes (ou nestas lojas chamam-se fregueses?) sabem muito bem o que pretendem não necessitando de um espalhafatoso animador que lhes berre aos ouvidos a qualidade do berbigão.</p>
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