O advento do denominado marketing de guerrilha é atribuído a Jay Levinson que, em 1984, edita o livro “Guerrilla Marketing” lançando o debate em torno do conceito. Como já vimos aqui no blogue, este tipo de marketing, que se relaciona grandemente com técnicas de buzzmarketing e marketing viral, baseia-se fundamentalmente na adopção de uma estratégia anti-marketing tradicional, actuando fora dos parâmetros “normais” do marketing e utilizando também técnicas pouco convencionais.
Na sua essência, o marketing de guerrilha procura não promover a campanha nos canais de comunicação tradicionais e utiliza poucos recursos (tempo, dinheiro).
Este conceito de marketing era aplicado inicialmente por empresas pequenas que não tinham o budget dos líderes de mercado do seu ramo de negócio. No entanto, devido à generalizada descrença do consumidor no marketing tradicional, cada vez mais empresas líderes de mercado, que naturalmente dispõem de budgets mais altos, acabam por recorrer a este tipo de marketing.
Para acabar o post em beleza, deixo-vos um vídeo que vi no xiscando, elaborado pelo blogue italiano Bloguerrilla. Aqui estão reunidas cenas do que de melhor foi feito em 2007 no que ao marketing de guerrilha diz respeito.



