<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Mercadologia &#187; Nicho de mercado</title>
	<atom:link href="http://www.mercadologia.org/category/nicho-de-mercado/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://www.mercadologia.org</link>
	<description>Seja irresponsável. Leia sem moderação.</description>
	<lastBuildDate>Tue, 12 Oct 2010 22:02:32 +0000</lastBuildDate>
	<generator>http://wordpress.org/?v=abc</generator>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
			<item>
		<title>Funeral pay-per-view</title>
		<link>http://www.mercadologia.org/funeral-pay-per-view/</link>
		<comments>http://www.mercadologia.org/funeral-pay-per-view/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 02 Apr 2008 23:59:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Helder Encarnação</dc:creator>
				<category><![CDATA[Nicho de mercado]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.mercadologia.org/funeral-pay-per-view/</guid>
		<description><![CDATA[Sim, é verdade, o mundo está mesmo perdido.
Li no Plantão INFO que uma agência funerária inglesa presta serviços de vídeo-conferência pela Internet para enterros e crematórios.
A ideia pertence à empresa Wesley Music &#8211; que tem o slogan Sound Solutions for Crematoria. O conceito é fazer com que os parentes dos falecidos contratem o serviço para [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Sim, é verdade, o mundo está mesmo perdido.<br />
Li no <a href="http://info.abril.com.br/aberto/infonews/042008/02042008-22.shl" title="Funerária oferece último adeus por streaming">Plantão INFO</a> que uma agência funerária inglesa presta serviços de vídeo-conferência pela Internet para enterros e crematórios.<br />
A ideia pertence à empresa <a href="http://www.wesleymusic.co.uk/" title="Wesley Music">Wesley Music</a> &#8211; que tem o slogan <em>Sound Solutions for Crematoria</em>. O conceito é fazer com que os parentes dos falecidos contratem o serviço para que possam proporcionar, a quem não consiga comparecer pessoalmente no velório, a hipótese de o fazer virtualmente, aparecendo ao vivo num ecrã LCD instalado próximo ao caixão.<br />
A família não paga nada pelo serviço. A funerária ganha cobrando uma taxa a quem entrar na vídeo-conferência; nada mais nada menos que um funeral <em>pay-per-view</em>.</p>
<p>Ainda segundo o <a href="http://info.abril.com.br/aberto/infonews/042008/02042008-22.shl" title="Funerária oferece último adeus por streaming">Plantão INFO</a>:</p>
<blockquote><p>A empresa acredita que a tecnologia tem grande potencial, dada a crescente dificuldade das pessoas de se deslocar de suas casas ou trabalho para comparecer a eventos inesperados, como um funeral.<br />
Ao apresentar sua idéia à mídia inglesa, Alan Jeffrey, diretor Wesley Music, negou que a tecnologia seja uma idéia macabra. Jeffrey espera fornecer o sistema também em festas de casamento e batismos.<br />
A lógica é a mesma. Quem não puder ir à festa, pode acessar o endereço virtual do evento e entrar na sala de vídeos ao vivo para desejar felicidade aos noivos ou saúde ao recém-nascido.</p></blockquote>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.mercadologia.org/funeral-pay-per-view/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Ar de Fátima engarrafado?</title>
		<link>http://www.mercadologia.org/ar-de-fatima-engarrafado/</link>
		<comments>http://www.mercadologia.org/ar-de-fatima-engarrafado/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 27 Feb 2008 23:59:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Helder Encarnação</dc:creator>
				<category><![CDATA[Nicho de mercado]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.mercadologia.org/ar-de-fatima-engarrafado/</guid>
		<description><![CDATA[Em resposta ao post Água da chuva engarrafada? o Napoleão teceu considerações dignas, claramente, de uma entrada. Cá está ela  
Quando digo que vender ar de Fátima engarrafado para um determinado público-alvo, não estou assim tão longe dum produto invendável. É mesmo uma questão de embrulho e embalagem associada a uma benzedura qualquer.
Para além [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em resposta ao <em>post</em> <a href="http://www.mercadologia.org/agua-da-chuva-engarrafada/" title="Link para Água da chuva engarrafada?">Água da chuva engarrafada?</a> o <a href="http://pulanito.blogspot.com/" title="Por aí...">Napoleão</a> teceu <a href="http://www.mercadologia.org/agua-da-chuva-engarrafada/#comment-802" title="Resposta ao post Água da chuva engarrafada?">considerações</a> dignas, claramente, de uma entrada. Cá está ela <img src='http://www.mercadologia.org/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' /> </p>
<blockquote><p>Quando digo que vender ar de Fátima engarrafado para um determinado público-alvo, não estou assim tão longe dum produto invendável. É mesmo uma questão de embrulho e embalagem associada a uma benzedura qualquer.<br />
Para além disso, também comprei o meu quadradinho de relva do estádio da luz, por isso estou preparado para tudo; para comprar e para vender.<br />
Em Roma comprei resmas de terços para oferecer a tias religiosas. Os da direita eram iguais aos da esquerda: Os da esquerda custavam o dobro. Porquê?<br />
Porque estavam benzidos pelo Papa. Oportuno embrulho de paleio em que vi (incrédulo) muita gente cair.<br />
Para além disso já vi um porco a andar de bicicleta &#8211; no circo, é certo &#8211; mas já vi!</p></blockquote>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.mercadologia.org/ar-de-fatima-engarrafado/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>4</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Água da chuva engarrafada?</title>
		<link>http://www.mercadologia.org/agua-da-chuva-engarrafada/</link>
		<comments>http://www.mercadologia.org/agua-da-chuva-engarrafada/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 24 Feb 2008 23:59:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Helder Encarnação</dc:creator>
				<category><![CDATA[Nicho de mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Tasmanian Rain]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.mercadologia.org/agua-da-chuva-engarrafada/</guid>
		<description><![CDATA[No post Professora, afinal a água não é insípida falei-vos de água.
Disse a determinada altura:
É impressionante como um marketer competente sabe sempre embrulhar os produtos com uma embalagem de sonhos e histórias que queremos e escolhemos ouvir, acreditar e divulgar, não é?
Na maioria das vezes, compramos uma história associada a um produto, não apenas o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No <em>post</em> <a href="http://www.mercadologia.org/professora-afinal-a-agua-nao-e-insipida/" title="Artigo Professora, afinal a água não é insípida">Professora, afinal a água não é insípida</a> falei-vos de água.</p>
<p>Disse a determinada altura:</p>
<blockquote><p>É impressionante como um <em>marketer</em> competente sabe sempre embrulhar os produtos com uma embalagem de sonhos e histórias que queremos e escolhemos ouvir, acreditar e divulgar, não é?<br />
Na maioria das vezes, compramos uma história associada a um produto, não apenas <em>o próprio</em> produto.</p></blockquote>
<p>Foi o que pensei quando li a entrada <a title="Vender água da chuva?" href="http://bimarketing.blogspot.com/2008/02/vender-gua-da-chuva.html">Vender água da chuva?</a> no blogue <a href="http://bimarketing.blogspot.com/" title="BiMarketing">BiMarketing</a>. Lá conheci a água <a href="http://www.tasmanianrain.com/" title="Tasmanian Rain">Tasmanian Rain</a>. Que ideia genial.<br />
Se quiserem uma caixa de 24 garrafas de 375ml cada, podem comprar na <a href="http://www.shop.tasmanianrain.com/main.sc" title="loja on-line da água Tasmanian Rain">loja on-line da marca</a> por 88 dólares. Sem portes de envio (caso viva nos Estados Unidos da América)! <img src='http://www.mercadologia.org/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>A <a href="http://www.mercadologia.org/professora-afinal-a-agua-nao-e-insipida/#comment-731" title="Comentário de Marisa Serrenho">Marisa Serrenho comentou o seguinte</a> no <a href="http://www.mercadologia.org/professora-afinal-a-agua-nao-e-insipida/" title="Professora, afinal a água não é insípida">Professora, afinal a água não é insípida</a>:</p>
<blockquote><p>[...] Já tínhamos assistido ao rebranding das águas com gás, à introdução das águas com fibras e outras coisas mais para a linha, e agora, a aguinha mineral, lisa, &#8220;sensabor&#8221; literalmente até hoje é igual ao vinho! Bem, de acordo com a Bíblia a ideia não é original <img src='http://www.mercadologia.org/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' />  Só espero que não se ponham com ideias para a água da torneira ou então não há orçamento doméstico que aguente! [...]</p></blockquote>
<p>O que nos dizes agora? <img src='http://www.mercadologia.org/wp-includes/images/smilies/icon_biggrin.gif' alt=':D' class='wp-smiley' /> </p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.mercadologia.org/agua-da-chuva-engarrafada/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>2</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Professora, afinal a água não é insípida</title>
		<link>http://www.mercadologia.org/professora-afinal-a-agua-nao-e-insipida/</link>
		<comments>http://www.mercadologia.org/professora-afinal-a-agua-nao-e-insipida/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 03 Feb 2008 23:31:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Helder Encarnação</dc:creator>
				<category><![CDATA[Carlsberg]]></category>
		<category><![CDATA[Evian]]></category>
		<category><![CDATA[Nicho de mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Solan de Cabras]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.mercadologia.org/professora-afinal-a-agua-nao-e-insipida/</guid>
		<description><![CDATA[A notícia de que a Carlsberg vai comercializar uma cerveja que custa mais de 270 euros para concorrer com os vinhos de luxo nos restaurantes, trouxe-me à memória a minha última viagem a Espanha. Num restaurante de Fuengirola, o convidante pediu uma garrafa de água Solan de Cabras. Os portugueses na mesa estranharam quando, ao [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.jornaldenegocios.pt/default.asp?CpContentId=310173" title="Carlsberg vai vender cerveja a 273 euros para competir com vinhos">A notícia</a> de que a <a href="http://carlsberg.com/" title="Carlsberg">Carlsberg</a> vai comercializar uma cerveja que custa mais de 270 euros para concorrer com os vinhos de luxo nos restaurantes, trouxe-me à memória a minha última viagem a Espanha. Num restaurante de Fuengirola, o convidante pediu uma garrafa de água <em><a href="http://www.solandecabras.es/" title="Solan de Cabras">Solan de Cabras</a></em>. Os portugueses na mesa estranharam quando, ao invés de água, nos trouxeram algo que mais se parecia com vodka. Mas era de facto água. Apenas estava engarrafada numa embalagem no mínimo original e tinha um preço alto. Exaltava-se, do lado espanhol, as características especiais do líquido, o seu incrível efeito benéfico e a diferença em termos de composição que tinha em relação à concorrência.<br />
É impressionante como um <em>marketer</em> competente sabe sempre embrulhar os produtos com uma embalagem de sonhos e histórias que queremos e escolhemos ouvir, acreditar e divulgar, não é?<br />
Na maioria das vezes, compramos uma história associada a um produto, não apenas <em>o próprio</em> produto.</p>
<p>Vi no outro dia na televisão que começam a existir, em Portugal, restaurantes com cartas de água, ao exemplo do que se pratica com o vinho. Longe vão os tempos em que existiam poucas opções quanto à escolha da água. Hoje, até há água com fibras solúveis que disfarçam os sintomas de fome… E já não é só a <em><a href="http://www.evian.com/" title="evian">evian</a></em> que se destaca pela originalidade e vontade de abraçar um nicho de mercado, com artigos como o que o <a href="http://www.adrants.com/2007/10/for-evian-its-the-outside-that-counts.php" title="For Evian, It's the Outside that Counts">Adrants mostrou</a>. Não. A holandesa <a href="http://www.ogolife.com/" title="OGO">OGO</a>, por exemplo, também nos dá uma lição de como trabalhar para um nicho.</p>
<p>Quando eu tinha 6 anos, a professora Cristinalda ensinou-me que a água era incolor, inodora e insípida. Professora, a água deixou de ser insípida! <img src='http://www.mercadologia.org/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' /> </p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.mercadologia.org/professora-afinal-a-agua-nao-e-insipida/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>8</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Carrinho de bebé à prova de&#8230; bala</title>
		<link>http://www.mercadologia.org/carrinho-de-bebe-a-prova-de-bala/</link>
		<comments>http://www.mercadologia.org/carrinho-de-bebe-a-prova-de-bala/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 25 Nov 2007 23:59:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Helder Encarnação</dc:creator>
				<category><![CDATA[Nicho de mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Oportunidades de Negócio]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.mercadologia.org/carrinho-de-bebe-a-prova-de-bala/</guid>
		<description><![CDATA[O mundo não é um sítio fácil para se viver. É um facto.
A pensar nisso mesmo está a empresa BPB &#8211; Bullet Proof Baby Industries dirigida por Stella e Brian Stevenson. O seu ramo de negócio é oferecer soluções de segurança para bebés. Desde coletes antibomba, capacetes antimotim, até protecções contra ataques químicos, há um [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O mundo não é um sítio fácil para se viver. É um facto.<br />
A pensar nisso mesmo está a empresa <a href="http://www.bulletproofbaby.net/" title="Bullet Proof Baby Industries">BPB &#8211; Bullet Proof Baby Industries</a> dirigida por Stella e Brian Stevenson. O seu ramo de negócio é oferecer soluções de segurança para bebés. Desde coletes antibomba, capacetes antimotim, até protecções contra ataques químicos, há um pouco de tudo para venda.<br />
Stella é uma designer industrial que se apercebeu da oportunidade que havia no mercado para produtos deste género depois de, em 2004, o seu primeiro filho ter sido quase atingido por uma bala num tiroteio.<br />
Aqui fica um vídeo demonstrativo, protagonizado por Stella e Brian, de um dos produtos comercializados por esta original empresa. Acho é um pouco estranho utilizarem um bebé real para o anúncio… Também não sei se a arma é real… Mas a demonstração é, no mínimo, arrepiante!<br />
<object width="425" height="355"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/4HJaK-AnhnA&#038;rel=1&#038;border=0"></param><param name="wmode" value="transparent"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/4HJaK-AnhnA&#038;rel=1&#038;border=0" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent" width="425" height="355"></embed></object></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.mercadologia.org/carrinho-de-bebe-a-prova-de-bala/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Brincadeira de criança &#8211; Parte II</title>
		<link>http://www.mercadologia.org/brincadeira-de-crianca-parte-ii/</link>
		<comments>http://www.mercadologia.org/brincadeira-de-crianca-parte-ii/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 24 Nov 2007 23:59:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Helder Encarnação</dc:creator>
				<category><![CDATA[Nicho de mercado]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.mercadologia.org/brincadeira-de-crianca-parte-ii/</guid>
		<description><![CDATA[Escrevi, no remate do artigo Brincadeira de criança, que falava da a campanha “Começa o ano em grande” da Optimus:
O que pensam deste tipo de campanhas dirigidas a públicos alvo inegavelmente influenciáveis como o das crianças? Haverá aqui um excesso de aproveitamento da candura infantil através de estratégias pouco éticas de lucrar?
Denota-se uma tendência cada [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Escrevi, no remate do artigo <a href="http://www.mercadologia.org/brincadeira-de-crianca/" title="Brincadeira de criança">Brincadeira de criança</a>, que falava da a campanha “Começa o ano em grande” da Optimus:</p>
<blockquote><p>O que pensam deste tipo de campanhas dirigidas a públicos alvo inegavelmente influenciáveis como o das crianças? Haverá aqui um excesso de aproveitamento da candura infantil através de estratégias pouco éticas de lucrar?</p></blockquote>
<p>Denota-se uma tendência cada vez maior da parte das empresas em tirar partido da aproximação das crianças às novas tecnologias. Leiam o artigo do Geek <a href="http://www.geek.com.br/modules/noticias/ver.php?id=14769&amp;sec=6" title="MP3 Player também é batom para crianças">MP3 Player também é batom para crianças</a> e perceberão do que falo.<br />
Aqui fica um excerto:</p>
<blockquote><p>Como cada vez mais cedo as meninas estão usando maquiagem, o novo produto da linha baseada nas famosas bonecas Bratz aposta nesse novo e crescente nicho de mercado: o Bratz Yaz Lipstick MP3 Player é um aparelho dois-em-um que agrega as funções de tocador digital e batom.</p></blockquote>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.mercadologia.org/brincadeira-de-crianca-parte-ii/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>O rato mais caro do mundo</title>
		<link>http://www.mercadologia.org/o-rato-mais-caro-do-mundo/</link>
		<comments>http://www.mercadologia.org/o-rato-mais-caro-do-mundo/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 10 Nov 2007 15:00:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Helder Encarnação</dc:creator>
				<category><![CDATA[Nicho de mercado]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.mercadologia.org/o-rato-mais-caro-do-mundo/</guid>
		<description><![CDATA[Notícia no Geek:
Em ouro branco 18 quilates e cravejado com 59 brilhantes que formam o desenho de uma delicada flor, o Diamond Flower é o mouse mais caro do mundo, com o preço de 18,6 mil euros (cerca de US$ 27 mil), segundo o site Pat Says Now, que vende a peça.
Bem, das duas uma: [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Notícia <a href="http://www.geek.com.br/modules/noticias/ver.php?id=14466&amp;sec=6" title="Notícia no Geek">no Geek</a>:</p>
<blockquote><p>Em ouro branco 18 quilates e cravejado com 59 brilhantes que formam o desenho de uma delicada flor, o Diamond Flower é o mouse mais caro do mundo, com o preço de 18,6 mil euros (cerca de US$ 27 mil), segundo o site Pat Says Now, que vende a peça.</p></blockquote>
<p>Bem, das duas uma: ou isto não vai vender, ou abrirá um novo nicho de mercado que ainda está, claramente, por explorar. É para esta segunda hipótese que mais me inclino.<br />
As pessoas cada vez mais se afeiçoam aos seus computadores (e demais equipamentos tecnológicos) que revolucionaram, sobremaneira, a forma como vemos o mundo e absorvemos informação. Os <em>marketeers</em> saberão muito bem escolher os nichos de mercado e a forma de tirar partido desta oportunidade de negócio.<br />
Se quiserem, comprem o simpático ratinho através do site <a href="http://www.pat-says-now.com/shop/en/mouse.php?mouse=diamondflower" title="Site Pat Says Now">Pat Says Now</a>.<br />
<img src="http://www.mercadologia.org/ficheiros/rato-diamondflower.jpeg" title="Rato Diamond Flower" alt="Rato Diamond Flower" height="266" width="209" /></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.mercadologia.org/o-rato-mais-caro-do-mundo/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Coca-cola: Light é igual a Zero?</title>
		<link>http://www.mercadologia.org/coca-cola-light-e-igual-a-zero/</link>
		<comments>http://www.mercadologia.org/coca-cola-light-e-igual-a-zero/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 17 Aug 2007 20:02:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Helder Encarnação</dc:creator>
				<category><![CDATA[Coca-cola]]></category>
		<category><![CDATA[Nicho de mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Posicionamento do Produto]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.mercadologia.org/coca-cola-light-e-igual-a-zero/</guid>
		<description><![CDATA[Em 2005, a Coca-cola Zero é apresentada nos Estados Unidos. Em Maio de 2007 a marca, que é seguramente das mais conhecidas no mundo, lança este novo produto em Portugal. A primeira coisa que pensei quando vi a campanha publicitária da marca foi qual seria a diferença entre a nova Zero e a velhinha Light? [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em 2005, a Coca-cola Zero é apresentada nos Estados Unidos. Em Maio de 2007 a marca, que é seguramente das mais conhecidas no mundo, lança este novo produto em Portugal. A primeira coisa que pensei quando vi a campanha publicitária da marca foi qual seria a diferença entre a nova Zero e a velhinha Light? Bom, ambas não têm açucar. Ambas têm aspartame para o substituir. Melhor, ambas têm o mesmo teor em calorias. Então qual a diferença entre elas? Pelos vistos, segundo <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Coca-Cola_Zero" title="Link para artigo da Coca-cola zero na Wikipedia">este artigo da Wikipedia</a>, a Zero é baseada na fórmula da versão normal do refrigerante, ao contrário da Light.</p>
<p>Tenho amigos que afirmam que a Zero e a Light têm um sabor diferente. Outros dizem que sabe exactamente à mesma coisa. Qualquer que seja  a diferença de sabor entre as duas, o que é certo é que a Zero apresenta uma simples mas excepcional estratégia de marketing. Senão repare-se: nem todas as pessoas associam a Cola Light como não tendo açucares (como comprova um pequeno &#8220;estudo&#8221; que fiz junto de amigos meus). Além disso, Light é um produto virado para um mercado essencialmente feminino e importa captar mercado masculino. No entanto, todos afirmam que a Zero é mesmo zero açucares.</p>
<p>Somando a isto a campanha publicitária envolvida por mais uma música feita por encomenda, capta-se consequentemente um novo mercado que rejeitaria, <span style="font-style: italic">à priori</span>, a Cola normal por ser demasiado calórica e a Light por não ter o mesmo sabor.</p>
<p>Qual a vossa opinião? Terão as duas o mesmo sabor e a estratégia visará apenas captar algum nicho de mercado? Será que a Zero canibalizará a Light? Qual o posicionamento deste produto?</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.mercadologia.org/coca-cola-light-e-igual-a-zero/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>10</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>

