Quando Jay Levinson edita, em 1984, o livro “Guerrilla Marketing” despoleta o debate em torno do marketing de guerrilha. Na sua génese, o conceito relaciona-se com buzzmarketing e marketing viral, baseando-se fundamentalmente na adopção de estratégias “anti-marketing tradicional”.
Esta concepção de marketing era aplicada inicialmente por empresas pequenas que não tinham o budget dos líderes de mercado do seu ramo de negócio. No entanto e, paradoxalmente, o marketing de guerrilha tem sido acrescentado ao marketing mix de empresas líderes de mercado que dispõem de budgets altíssimos. É o caso deste exemplo, que vi no aletp no post O Google também entende de marketing de guerrilha.
A campanha destina-se a promover o Google Video na Alemanha. A empresa colocou, em algumas cidades daquele país, painéis que simulavam um monitor de um computador. No ecrã, era exibido um vídeo cujas personagens eram os próprios transeuntes.
Muito bom.