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	<title>Comentários em: Marketing à la Charneco</title>
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	<description>Seja irresponsável. Leia sem moderação.</description>
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		<title>Por: Helder Encarnação</title>
		<link>http://www.mercadologia.org/marketing-a-la-charneco/comment-page-1/#comment-2137</link>
		<dc:creator>Helder Encarnação</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 Aug 2008 11:46:26 +0000</pubDate>
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		<description>Artur,

Os pontos em comum que se estabelecem com um potencial cliente são meio caminho andando para uma venda bem sucedida.
Não se trata de pressionar o cliente, mas sim incutir o carácter de urgência na acção que queremos que ele tome, bem como colmatar da melhor forma a necessidade que o consumidor tenha em relação ao produto que vendemos.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Artur,</p>
<p>Os pontos em comum que se estabelecem com um potencial cliente são meio caminho andando para uma venda bem sucedida.<br />
Não se trata de pressionar o cliente, mas sim incutir o carácter de urgência na acção que queremos que ele tome, bem como colmatar da melhor forma a necessidade que o consumidor tenha em relação ao produto que vendemos.</p>
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		<title>Por: Artur</title>
		<link>http://www.mercadologia.org/marketing-a-la-charneco/comment-page-1/#comment-2128</link>
		<dc:creator>Artur</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 Aug 2008 08:26:20 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.mercadologia.org/marketing-a-la-charneco/#comment-2128</guid>
		<description>Ola a todos.
Helder td bem? &quot;Comam cabrões&quot; é genial ...

O cliente nos dias de hoje apreciam a honestidade. Estão fartos de lérias. Estão fartos dos que falam muito e não dizem nada. Preferem aqueles que os tratam por &quot;tu&quot;, e que dizem: !gosto de os ter por cá, meus cabrões&quot;, ou &quot;vocês para mim são como meus filhos ... f da se, dá cá um abraço ....&quot;.

É assim que se vende. Ultimamente quase nem falo do produto que vendo, tento primeiro que tudo, cativar o cliente (oferecr café, água, baixando o ar condicionado), perguntar onde mora (que giro, mora na terra da minha prima ... tudo treta), e só ao fim de 30 min ou 1H de conversa da treta é que falo do produto.

Digo ao ciente: &quot;este produto não vale um corno (mesmo assim), não é indicado para uma pessoa com o seu nível (baixo, haha), não o quero influenciar, mas como sei que este não presta e aquele é que é bom para si, aconselho, mas nem me preocupo que não compre, o que quero é que se sinta em sua casa&quot;. 

Além de sermos honestos, e tratar as coisas pelos nomes (à tuga), devemos afastar a venda. Mostrar que esse não é o nosso objectivo, mas sim, o tratar bem e o receber bem o cliente na loja. Cada vez mais, me convenço que é assim que se vende ...

É pena que a administração da empresa não pense dessa forma, mas sim: &quot;à sim ... pois tá bem ... vamos mas é vender e deixa-te de lérias!!&quot;. Nem percebem como é que as vendas surgem, pensam que é por andar a tras do cliente, ou por pressionar, que vamos vender alguma coisa. 

Continua ... Vais longe!!
Gosto da forma como abordas os temas. Descontraidamente e com alguma ironia à mistura. Simples, engraçado e eficaz.
Abraços,
Artur</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Ola a todos.<br />
Helder td bem? &#8220;Comam cabrões&#8221; é genial &#8230;</p>
<p>O cliente nos dias de hoje apreciam a honestidade. Estão fartos de lérias. Estão fartos dos que falam muito e não dizem nada. Preferem aqueles que os tratam por &#8220;tu&#8221;, e que dizem: !gosto de os ter por cá, meus cabrões&#8221;, ou &#8220;vocês para mim são como meus filhos &#8230; f da se, dá cá um abraço &#8230;.&#8221;.</p>
<p>É assim que se vende. Ultimamente quase nem falo do produto que vendo, tento primeiro que tudo, cativar o cliente (oferecr café, água, baixando o ar condicionado), perguntar onde mora (que giro, mora na terra da minha prima &#8230; tudo treta), e só ao fim de 30 min ou 1H de conversa da treta é que falo do produto.</p>
<p>Digo ao ciente: &#8220;este produto não vale um corno (mesmo assim), não é indicado para uma pessoa com o seu nível (baixo, haha), não o quero influenciar, mas como sei que este não presta e aquele é que é bom para si, aconselho, mas nem me preocupo que não compre, o que quero é que se sinta em sua casa&#8221;. </p>
<p>Além de sermos honestos, e tratar as coisas pelos nomes (à tuga), devemos afastar a venda. Mostrar que esse não é o nosso objectivo, mas sim, o tratar bem e o receber bem o cliente na loja. Cada vez mais, me convenço que é assim que se vende &#8230;</p>
<p>É pena que a administração da empresa não pense dessa forma, mas sim: &#8220;à sim &#8230; pois tá bem &#8230; vamos mas é vender e deixa-te de lérias!!&#8221;. Nem percebem como é que as vendas surgem, pensam que é por andar a tras do cliente, ou por pressionar, que vamos vender alguma coisa. </p>
<p>Continua &#8230; Vais longe!!<br />
Gosto da forma como abordas os temas. Descontraidamente e com alguma ironia à mistura. Simples, engraçado e eficaz.<br />
Abraços,<br />
Artur</p>
]]></content:encoded>
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	<item>
		<title>Por: Meme: Eureka! Ideias para os posts · Mercadologia [ponto] Org</title>
		<link>http://www.mercadologia.org/marketing-a-la-charneco/comment-page-1/#comment-698</link>
		<dc:creator>Meme: Eureka! Ideias para os posts · Mercadologia [ponto] Org</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 Feb 2008 11:34:55 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.mercadologia.org/marketing-a-la-charneco/#comment-698</guid>
		<description>[...] também gosto desta abordagem despreocupada porém simultaneamente atenta. Desde visitas a adegas; jantares no Charneco; idas ao cinema; conversas na cabeleireira… enfim, tudo serve para incentivar a escrita. Basta [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] também gosto desta abordagem despreocupada porém simultaneamente atenta. Desde visitas a adegas; jantares no Charneco; idas ao cinema; conversas na cabeleireira… enfim, tudo serve para incentivar a escrita. Basta [...]</p>
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	<item>
		<title>Por: Eduardo Santos: o merceeiro marketer · Mercadologia [ponto] Org</title>
		<link>http://www.mercadologia.org/marketing-a-la-charneco/comment-page-1/#comment-619</link>
		<dc:creator>Eduardo Santos: o merceeiro marketer · Mercadologia [ponto] Org</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 18 Jan 2008 22:51:24 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.mercadologia.org/marketing-a-la-charneco/#comment-619</guid>
		<description>[...] serve gastar mundos e fundos em marketing se o que têm para vender não é bom? Eduardo Santos é daquelas pessoas que fazem marketing naturalmente. Não precisou de estudar o conceito e todos os seus componentes, tampouco recorrer a livros da [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] serve gastar mundos e fundos em marketing se o que têm para vender não é bom? Eduardo Santos é daquelas pessoas que fazem marketing naturalmente. Não precisou de estudar o conceito e todos os seus componentes, tampouco recorrer a livros da [...]</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Napoleão Mira</title>
		<link>http://www.mercadologia.org/marketing-a-la-charneco/comment-page-1/#comment-401</link>
		<dc:creator>Napoleão Mira</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Dec 2007 15:54:37 +0000</pubDate>
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		<description>O impagável Charneco, bem soube levar a água ao seu moinho com esse achado de slogan, (Cômem aí cabrões) que só pode ser dito por um individuo com o  porte que Charneco tinha. Perto de 2 metros de altura e mais de 120 Kilos de peso. Quem é que podia levar a mal tão presenteiro &quot;bom apetite&quot;?
Julgo mesmo que os clientes normalmente quezilentos, eram e são, no Charneco do mais sociável que possa haver. Isto por motivos óbvios!!
Para além do &quot;armário&quot; que o Charneco era ( agora já perdeu umas dezenas de quilos) é bom dizer que a comida é absolutamente divinal e que é servida de modo eficaz pelo seu braço direito: a alentejano Manel.
Como estou identificado e não tenho o tamanha do Charneco, não me posso atrever a levar uma &quot;tuna de porradas&quot; de um de vocês.
Por isso não vos posso dizer &quot; vão lá comer cabrões&quot; só vos digo que passem por lá e degustem o que este bom gigante tem para oferecer.
Não se aborreçam se alguém vos aparecer por trá e desejar bom apetite de uma forma assim um bocado para o enchifrado!
</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>O impagável Charneco, bem soube levar a água ao seu moinho com esse achado de slogan, (Cômem aí cabrões) que só pode ser dito por um individuo com o  porte que Charneco tinha. Perto de 2 metros de altura e mais de 120 Kilos de peso. Quem é que podia levar a mal tão presenteiro &#8220;bom apetite&#8221;?<br />
Julgo mesmo que os clientes normalmente quezilentos, eram e são, no Charneco do mais sociável que possa haver. Isto por motivos óbvios!!<br />
Para além do &#8220;armário&#8221; que o Charneco era ( agora já perdeu umas dezenas de quilos) é bom dizer que a comida é absolutamente divinal e que é servida de modo eficaz pelo seu braço direito: a alentejano Manel.<br />
Como estou identificado e não tenho o tamanha do Charneco, não me posso atrever a levar uma &#8220;tuna de porradas&#8221; de um de vocês.<br />
Por isso não vos posso dizer &#8221; vão lá comer cabrões&#8221; só vos digo que passem por lá e degustem o que este bom gigante tem para oferecer.<br />
Não se aborreçam se alguém vos aparecer por trá e desejar bom apetite de uma forma assim um bocado para o enchifrado!</p>
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