O Marketing de Guerrilha, ao contrário do que porventura se possa conjecturar, não é um conceito recente.
O seu advento é atribuído ao autor Jay Levinson que, em 1984, edita o livro “Guerrilla Marketing” lançando o debate da temática. Relacionando-se grandemente com técnicas de Buzzmarketing e Marketing Viral, baseia-se fundamentalmente na adopção de uma estratégia anti-marketing tradicional, fugindo aos parâmetros “normais” do Marketing, e utilizando técnicas pouco convencionais.
Na sua génese, o Marketing de Guerrilha sustenta-se em vários pontos basilares. Referirei apenas dois deles: o primeiro, o facto de procurar não promover a campanha nos canais de comunicação tradicionais e, o segundo, o pormenor da utilização de poucos recursos (tempo, dinheiro).
Este conceito de Marketing era aplicado inicialmente por empresas pequenas que não tinham o budget dos líderes de mercado do seu ramo de negócio. No entanto e, paradoxalmente, o Marketing de Guerrilha tem sido acrescentado ao Marketing Mix de empresas líderes de mercado que dispõem de budgets altíssimos. Vêem na ideia uma forma clara de aumentar a sua notoriedade, numa sociedade em que um número cada vez maior de pessoas reconhece as estratégias do Marketing tradicional procurando fugir delas…
A revista Forbes publicou um artigo (em inglês) no qual tece 10 óptimas tácticas de Marketing de Guerrilha. A não perder.
Finalmente, aqui fica como exemplo uma campanha recente de Marketing de Guerrilha. Trata-se da promoção do novo Nokia N95. Site oficial da campanha: www.jealouscomputers.com
Vejam o que se segue e digam o que pensam deste tipo de campanhas. Vejam todas as imagens e vídeos aqui no site oficial da campanha.

O marketing de guerrilha é bom porque espalha a mensagem que é natural. E as pessoas acham piada a isso. Nos dias de hoje as empresas fazem esse tipo de marketing cada vez mais.