Li que as autoridades chinesas andam empenhadas não apenas em garantir a segurança do evento desportivo de maior grandiosidade do mundo, como também em impedir que empresas que não as patrocinadoras dos Jogos Olímpicos possam realizar qualquer tipo de acção de marketing num perímetro mais ou menos próximo do já célebre Ninho de Pássaros.
Advogar fortemente os milionários contratos de patrocínio estabelecidos parece ser, então, ponto de honra.
Carolina Meyer, no seu artigo para o Portal EXAME, diz-nos que as autoridades chinesas procuram:
[…] honrar os caríssimos contratos de patrocínio e impedir que empresas que não pagaram para participar da festa entrem como penetras, valendo-se de uma técnica conhecida como marketing de emboscada ou de guerrilha (do inglês ambush marketing). A estratégia, largamente utilizada por grandes empresas — algumas delas de marcas mundialmente conhecidas, como Pepsi e Nike —, tem o objetivo de gerar exposição das marcas e com isso aproveitar a visibilidade do evento a um custo infinitesimal quando comparado às cotas oficiais de patrocínio. […] No início do ano, o governo lançou uma campanha destinada a coibir esse tipo de ação. “Vamos combater o marketing paralelo como se fosse crime”, diz Cheng Feng, membro do comitê organizador dos Jogos.
Atente-se em algumas medidas tomadas pelo governo chinês:
- Só os patrocinadores oficiais poderão anunciar em outdoors próximos aos locais das provas olímpicas;
- Os atletas não poderão estar nos locais das provas com uniformes e objectos com o logótipo de outros patrocinadores que não os oficiais;
- Está interdita a entrada de espectadores com latas de bebidas de marcas que não as dos patrocinadores oficiais.
Sim, este pessoal não brinca em serviço.
Não há patrocínio, não há marketing…
Atente-se em algumas medidas tomadas pelo governo chinês para o marketing dos jogos olímpicos:
- Só os patrocinadores oficiais poderão anunciar em outdoors próximos aos locais das provas olímpicas;
- Os atletas não poderão estar nos locais da…
Não é caso único nem original, embora as autoridades chinesas tenham alargado o perímetro de “segurança” para os seus sponsors. Já durante o Euro’08 não era possível entrar nos recintos oficiais com materiais promocionais de marcas que não eram patrocinadores do torneio. Parece-me uma moda que veio para ficar. Quem aposta forte neste tipo de eventos não quer correr o risco de ver concorrentes capitalizarem no buzz sem gastarem pequenas fortunas.
Em Portugal, basta ver que a Sagres formalizou uma queixa contra a SuperBock por esta se ter unilateralmente associado à selecção portuguesa, patrocinada pela Sagres, em termos publicitários.
Abraço
Então era isso… vi hoje um halterofilista a ver colada uma fita cola no seu peitoral e não percebi o que era… agora sim… percebo… chatice era se o peso tivesse ficado “agarrado à fita cola”… isso sim… ia ser mau!
Medo da China!
Agora me diz, e se muitas pessoas entrarem com camisetas coloridas nos estádios, de forma a moldar um logo quando as câmeras filmarem a platéia. Os torcedores seriam expulsos?
Olá Bruno!
Obrigado pelo comentário. É; é seguramente uma tendência que veio para ficar…
Um abraço
João: LOL
Obrigado pelo comentário
Olá Rafael!
Obrigado pelo comentário.
Não tinha pensado nisso…
Um abraço