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Papa Filmes

Ontem fui ao cinema à sessão das 21.30h. Já tinha jantado. No entanto, uma fabulosa promoção fez-me ganhar, num ápice, o apetite novamente. Tratava-se da campanha “Papa Filmes”: por apenas €8 temos um jantar e um bilhete de cinema! Assim, por apenas €8, vi um filme e deliciei-me com o menu vegetariano Falaffel dos restaurantes de fast-food Joshua’s Shoarma. Como ainda tinha 20 minutos antes do filme começar, aproveitei para ir às compras. Ao pagar, constatei que a conta não atingia os €30, valor que concede um talão de desconto para o combustível. Comprei duas caixas de pastilhas de modo a chegar à tal quantia para que pudesse receber o talão de desconto para o gasóleo. Eu até nem gosto muito daquelas pastilhas mas pronto.
Fui para o cinema. No intervalo resolvi comprar pipocas. Pedi o pacote mais pequeno. A simpática vendedora logo me avisou que a diferença entre o pacote que eu pedi e o médio era de apenas 10 cêntimos. E apenas 20 cêntimos separavam-no do gigante. Comprei o gigante.

Ontem fui ao cinema e fiz óptimos negócios…

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Esta campanha, publicada no PubADdict, sensibilizou-me pela sua simplicidade. É extraordinária a forma como apenas duas frases conjugadas por uma imagem forte conseguem transmitir toda a ideia pretendida.
A acção, produzida pela agência Part 2 Creative Communication, na Índia, destina-se a combater o flagelo do suicídio entre os jovens. Para conseguir esse objectivo, o discurso da campanha é direccionado para os pais. Uma das mensagens num dos cartazes é: When was the last time you said “how are you” to your 18 year old?. Traduzindo, obtemos qualquer coisa como: Quando foi a última vez que disse “como estás” ao seu filho de 18 anos?. Neste caso e, ao exemplo dos outros, vemos advogada claramente a necessidade de dar atenção aos filhos, para que se evitem terríveis infelicidades.

Campanha de prevenção do suicídio

Ser Marketeer

Conheci há dias o bimarketing, o blog da licenciatura em marketing da Universidade da Beira Interior. Como sou licenciado em marketing (não pela UBI mas pela igualmente grande Universidade do Algarve) deu-me logo grandes saudades dos tempos de estudante.

No bimarketing encontrei a definição de Marketeer que abaixo transcrevo. Já tinha visto no aletp uma praticamente igual sobre o publicitário. E vi na semana passada numa oficina de reparação automóvel um sobre o fiscal das finanças… :)

Um Marketeer…

…não cheira, sente a fragrância
…não toca, examina o design
…não dá a resposta, cria outra pergunta
…não conquista, persuade
…não tem destino, tem target
…não ouve barulho, ouve ruído
…não fala, envia mensagem verbal
…não procura endereço, procura praça
…não escuta, descodifica a mensagem
…não tem ideia, tem brainstorm
…não recebe resposta, recebe feedback
…não tem memória, tem repertório
…não lê, decifra o código textual
…não pergunta, faz pesquisa
…não ouve música, ouve trilha sonora
…não tem lista, tem mailing
…não copia, inspira-se
…não dirige, faz test-drive
…não falece, é o seu ciclo de vida que chegou ao fim.

Se há negócio florescente nos dias que correm é a banca. Todos os dias nascem novos balcões nos sítios mais recônditos e a batalha pela conquista de clientes está cada vez mais ao rubro.
A banca em Portugal recolheu nos últimos anos lucros fabulosos, fruto de uma política de grande dinâmica, mas também originando um clima de salve-se quem puder.
Na pequena povoação em que vivo, abriram recentemente mais dois bancos, e mais dois estão planeados para aqui assentar arraiais, o que faz com que uma pequena localidade de não mais de 2.500 habitantes passe de repente a ter 6 instituições bancárias (e num futuro próximo 8), que no seu dia a dia têm que se digladiar por conseguir a sua quota de mercado.
Hoje fui abordado telefonicamente por duas entidades bancárias, que me afiançavam ter sido contemplado com um crédito de um valor que não havia pedido ou necessitado.
No mesmo dia, tentei fechar uma conta com outra instituição, fi-lo por telefone, primeiro veio o funcionário do call center, depois veio o seu superior imediato que por sua vez ainda chamou o director que finalmente me demoveu da minha intenção suicida de fechar a conta em tal prestimosa entidade, oferecendo-me para o resto da minha vida a anuidade gratuita do meu cartão de crédito e ainda uma percentagem da facturação que fizer a creditar no extracto do mês seguinte.
No mesmo dia recebi por correio um cheque de uma outra instituição insinuando que o poderia depositar na minha conta o valor astronómico com que me presenteava.
Concordo que deva haver uma dinâmica própria, mas a coisa começa a roçar a agressividade o que me deixa algo surpreendido, até porque a banca sempre foi algo conservadora nos métodos de abordagem, estando agora a utilizar processos que há bem pouco tempo seriam impensáveis.
De qualquer modo o negócio do “vil metal” veio para ficar e multiplica-se agora fisicamente em cada esquina, em cada aparelho de telefone ou em cada terminal de computador, locais esses, onde os mais incautos estão à mercê das técnicas mais sofisticadas de modo a que não cheguemos a ver a cor do nosso dinheirinho.
Bertol Brecht disse um dia: Se é crime assaltar um banco, crime maior será abrir um banco!
O que acham?

Tenho a certeza que já todos vimos alguém a fazer um balão enorme com um preservativo. Mas um em forma de caracol é, convenhamos, algo original.

É justamente isso que o novo vídeo da Durex exibe para promover o preservativo retardante performa. Sob o slogan The delay condom (o preservativo demorado, que retarda), a agência britânica McCann-Erickson foi ao píncaro da originalidade e divertimento nesta acção. Julgo que para este tipo de temática, este tipo de promoção mais cómica funciona sempre muito melhor que uma mais séria, que tende, muitas veres, em caminhar para o enfadonho.

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