Ao apostar no e-marketing, a criação de um website eficaz e atraente, que sinteticamente descreva a empresa e os seus produtos é meio caminho andado para o êxito desse meio de comunicação e venda.
Nem todos os websites estão diligentemente construídos, sendo que a eficiência de cada um deles está directamente relacionado com a velocidade de carregamento da página em questão.
A lentidão com que muitas vezes nos deparamos, resulta de um mau planeamento de gráficos ou fotos, o que faz com que o possível cliente abandone o website mesmo antes de nele conseguir entrar.
Quando o telefone era o meio de comunicação por excelência, os gurus do marketing asseguravam que para o cliente ter uma boa ideia da companhia, o telefone deveria ser atendido até ao terceiro toque, a partir daí o beneficio da credibilidade concedido, esvai-se à medida que os toques se vão prolongando.
Na Internet aplica-se o mesmo princípio no que diz respeito à velocidade de entrada na sua loja virtual.
A eficiência de um website está também directamente ligado com a periodicidade de actualização, o que fará com que quem entre nele a primeira vez, o faça em vezes posteriores motivado pela curiosidade da novidade. Curiosidade essa, que como sabemos matou o gato!
Construir um website só para dizer que tem um endereço electrónico é nos dias que correm um desperdício de dinheiro, não é só fundamental construir um espaço virtual de qualidade ao nível do desenho, velocidade e interacção, como é também importante optimizar esse mesmo espaço, ou seja: há que publicitar a sua existência, ou então terá um website muito bonito, muito eficaz mas onde ninguém entra, porque ninguém sabe da sua existência.
Vi no magnífico “Sim, Viral”, escrito por Rafael Ziggy, um artigo que fala do novo vídeo que suporta a mais recente campanha de promoção do chocolate Cadbury Dairy Milk.
A acção mistura um gorila, o tema In The Air Tonight de Phil Collins, e uma bateria. A determinada altura o gorila começa a tocar bateria. Estranho, não? Ainda mais quando se trata de promover um chocolate…
Será que o objectivo não foi mesmo elaborar algo esquisito? Algo nonsense que gerasse controvérsia e espanto e que resultasse, consequentemente, numa divulgação mais rápida da campanha?
Como Rafael Ziggy sugere, vários blogs já comentam e geram discussão. A palavra e o vídeo espalham-se a grande velocidade.
O que pensam desta maneira de promover o produto? Será este o primeiro comercial viral propositado na Internet como afirma Ziggy?
O artigo de hoje tem por base um vídeo que almeja consciencializar as pessoas para as atrocidades que a toda a hora são infligidas ao nosso planeta azul. Neste caso específico, alerta para a necessidade premente de plantar árvores, com todas as consequências que a situação acarreta.
O vídeo, carregado de simbolismo, faz parte de uma campanha da WWF Índia e foi produzido pela Ogilvy & Mather India.
A WWF (acrónimo para World Wide Fund For Nature) é uma Organização Não Governamental dedicada à preservação da natureza e conta com representações um pouco por todo o mundo.
Vejam. Extraordinário.
Há por aí algum fã de Bob Dylan? Mesmo que não seja admirador desta referência da música, não poderá ficar indiferente a esta campanha que visa promover o álbum Dylan, uma colectânea das melhores canções do músico a ser colocada à venda no próximo dia 1 de Outubro.
No site DYLAN – Everything Except Compromise, poderá modificar o teledisco original do tema Subterranean Homesick Blues. No vídeo, Dylan segura uma série de cartazes com vários tópicos; são justamente esses que poderão ser personalizados com as mensagens de cada pessoa. Seguidamente, o videoclipe poderá ser enviado para amigos, que poderão responder ao mesmo ou elaborar um novo.
Ao finalizarmos todo o processo de envio, um convite surge para que assinemos a newsletter do cantor. Mais uma boa estratégia.
O objectivo é passar a mensagem, anunciando o lançamento do disco e colocando Dylan num patamar continuamente actual, almejando sempre a conquista de novos ouvintes e seguidores dos seus temas. A campanha é de facto muito boa.
Começa de forma directa e lacónica o press release da Optimus de 3 de Setembro último, sob o lema “Começa o ano em grande”.
O regresso às aulas já não é apenas o momento de comprar cadernos, lápis, borrachas, canetas, réguas e outro material escolar. As necessidades de pais e filhos são outras e o telemóvel é já um bem indispensável no cabaz escolar. Por isso, a Optimus lança uma nova oferta dirigida aos mais pequenos, que oferece uma gama de telemóveis pensada em linha com os interesses do target e complementada com a oferta do jogo “Harry Potter e a Ordem da Fénix”.
Se as empresas já conseguiam captar a atenção das crianças através de outras campanhas dirigidas a outro tipo de targets, imagine-se agora.
Atenção pais: se já não tinham dinheiro para comprar os livros, partam o mealheiro para substituir o telemóvel dos vossos filhos.
Podem advogar que o telemóvel é um mal necessário. Afinal, satisfaz a necessidade básica de comunicar. No entanto e, como todos sabemos, um telemóvel é muito mais que isso: consola de jogos, máquina fotográfica, câmara de filmar… Substitui objectos que os mais pequenos já têm em casa.
Afirma ainda o press release:
Para assinalar esta forte aposta no segmento mais jovem, a Optimus lança uma campanha publicitária sob o lema “Começa o ano em grande”. A campanha vai para o ar no dia 4 de Setembro nos canais de TV generalistas, bem como nos temáticos dirigidos aos jovens. A campanha inclui ainda inserções em Imprensa e Internet.
O que pensam deste tipo de campanhas dirigidas a públicos alvo inegavelmente influenciáveis como o das crianças? Haverá aqui um excesso de aproveitamento da candura infantil através de estratégias pouco éticas de lucrar?