Conheci no aletp uma iniciativa brilhante do Instituto brasileiro Mário Penna, que se dedica ao acolhimento e tratamento de doentes oncológicos.
Trata-se do projecto em forma de sítio na Internet de nome #doepalavras. Nele, poderá enviar mensagens de força, coragem e motivação aos pacientes do hospital daquele instituto. As palavras que doar serão exibidas nas TVs um pouco por todo o edifício, especialmente na sala de quimioterapia. Poderá igualmente usar a sua conta no Twitter, bastando para isso que acrescente a hashtag #doepalavras ao seu tweet.
Genial. Às vezes basta simplesmente uma boa ideia.
Todos os departamentos de uma empresa devem ter o pensamento no marketing. O serviço de atendimento ao cliente é precisamente aquele que não pode, por razões óbvias, constituir uma excepção à regra.
Porém, muitas empresas dificultam a vida aos seus clientes ao invés de procurarem o contrário. Um exemplo: ligar para uma empresa fornecedora de acesso à Internet que, perante uma qualquer dúvida, debita pedantismos de terminologias que o cliente frequentemente não entende. De certeza que a muitos leitores deste espaço já aconteceu uma situação destas.
A propósito, vejam este vídeo. Não é recente, mas de qualquer das formas resolvi deixá-lo aqui caso não o tenham visto. E já sabem: se não conseguirem aceder à Internet, sigam o conselho do Luis Andrade: encostem-se.
Bruno Nogueira vinga-se de todas as vezes que tentou ligar para a assistência técnica sempre que tinha problemas de internet.
Deixo-vos hoje uma fantástica apresentação de Derek Sivers para a conferência TED (Technology, Entertainment, Design), intitulada «How to start a movement» e feita em Fevereiro deste ano.
Se os eventos TED procuram a partilha de ideias, este vídeo constitui seguramente a melhor prova disso mesmo.
[...] The first follower is what transformes a lone nut into a leader. [...]
O consumo e a ostentação de bens culturais constituem uma estratégia de “distinção social”. Convencionalmente, o Turismo Cultural é associado a práticas sociais da denominada “cultura cultivada” (os “Happy Few”). Por isso, estaria reservado a formas não massificadas de turismo, sendo confinado a nichos de procura caracterizados por um “capital cultural específico”, com interesses muito particulares. Hoje estende-se a vários campos sociais, cada vez mais abrangentes e indiferenciados.
As tendências de evolução sócio-económica dos países mais desenvolvidos explicam o crescente interesse pela “cultura”:
A democratização do ensino contribui para uma formação cultural mais aberta e participativa;
O aumento dos diplomados, sobretudo nas áreas das ciências sociais e humanísticas, aumenta o número dos “profissionais” da cultura e dos sectores sociais “cultivados”;
O aumento do rendimento médio e da capacidade de consumo, estimulam a procura de bens culturais;
O aumento da mobilidade e a tendência da redução de custos a ela associados, alargam a base social da condição de “turista” e permitem um leque mais variado de interesses e destinos;
O desenvolvimento da sociedade da informação (novas tecnologias) promove a produção e divulgação da criação cultural e artística (também a nível internacional);
A mediatização crescente dos produtos e práticas culturais contribui para o aumento da visibilidade e da importância social da cultura;
A esteticização das práticas sociais contemporâneas, estimula a fruição e o consumo cultural, aumentando o valor simbólico dos bens, produtos e práticas culturais.
«Ao Sul» é o primeiro livro da autoria do colaborador deste estaminé Napoleão Mira. É uma obra extraordinária que foi produzida compilando crónicas publicadas em revistas, jornais e, principalmente, no Pulanito, o seu blogue.
O lançamento será feito ao sul, na Biblioteca Municipal Manuel da Fonseca em Entradas, Castro Verde, no dia 24 de Abril pelas 18 horas.
O livro poderá ser adquirido on-line no endereço http://multihotel.com/livro/.
Não percam!
Diz a nota de imprensa:
“Ao Sul” é o título do primeiro livro de Napoleão Mira. Num olhar assumidamente pessoal, passeia a sua prosa por um certo Alentejo ao longo das sessenta e três crónicas que compõem a obra.
Entradas é o centro do seu universo. Por isso, não podia deixar de ser o fulcro deste “Ao Sul”, onde narra também muitas das suas vivências por outras paragens, sempre com o seu crivo pessoal, prendendo o leitor e fazendo da leitura um prazer que o autor pretende, agora, partilhar.
Napoleão Mira nasceu em 1956 e é natural da vila de Entradas, Castro Verde. Empresário de profissão, encontra nas letras um dos seus hobbies. Entre 1998 e 2000, fundou e dirigiu a revista “O Trigueirão”. Foi, ainda, colaborador nos jornais “O Campo”, “Correio Alentejo” e da revista “30 Dias”. A música é outra das suas paixões. Criou “Pratica(mente)” e “Slides – Retratos da Cidade Branca” para o aclamado disco “Pratica(mente)” de Sam The Kid, seu filho.