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Ontem, durante um jantar, discutimos sobre edições limitadas e os efeitos psicológicos que conferem aos consumidores.

O facto de um produto ser lançado em edição limitada dá a sensação de escassez do mesmo. Dá a sensação de exclusividade.

As pessoas gostam de exclusividade, de se sentirem parte de um núcleo peculiar onde só os especiais têm acesso. Gostam, também, de contar aos amigos o bom negócio que fizeram com aquele produto que mais ninguém conhece. Gabam-se de terem o número 999 de uma edição limitada de 1000 garrafas de vinho.
Mas atenção: não se deve abusar. A edição limitada deve ser limitada. Não convém que se torne banal, não é?

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Clutch é, pasme-se, uma carteira. Ou uma bolsa. Ou uma mala.

Este é um excerto acabadinho de sair da revista Activa deste mês (sim, admito… estava na cabeleireira e li…)

É que as clutches são as companhias ideais para sair à noite. Sabem todos os segredos das estrelas. Não há ninguém que apareça com uma mala maiorzinha. Suficiente pequenas para caberem na mão, e suficientemente grandes para levarem o essencial, há de todas as cores, materiais e feitios. Regra única: não há regras. Já nem sequer é essencial que combine com os sapatos. […]

É impressionante como um bom marketer sabe sempre embrulhar os produtos com uma embalagem de sonhos e histórias que queremos e escolhemos ouvir, acreditar e divulgar, não é?
Na maioria das vezes, compramos uma história associada a um produto, não apenas o próprio produto.

Acreditem: o marketing-mix já não é o que era. O P de Promotion (comunicação, em português) sofreu enormes alterações nos últimos anos, essencialmente porque os media tradicionais passaram a ter cada vez menos importância neste âmbito.

Em relação à televisão, a possibilidade de escolhermos evitar a comunicação de marketing surgiu com o zapping. O comando remoto da caixinha que mudou o mundo apertou como nunca o cerco à comunicação tradicional. Também a massificação da TV por cabo conferiu ao espectador mais liberdade de escolha, limitando a acção do P de Promotion.

Depois surgiu a Internet. O seu advento conferiu às pessoas a possibilidade de assistirem aos mesmos e a mais conteúdos que na televisão. A web trouxe igualmente a possibilidade de saltar a parte da publicidade e ir directamente aos temas que interessam ao consumidor. Esta situação é obviamente temível para as marcas que ainda não tem uma integração na grande rede global. Para mais, como sabemos, cada vez mais a publicidade tradicional faz menos efeito.

Com o advento das redes de social-networking, o mercado agitou-se uma vez mais. Quando algumas empresas já haviam delineado estratégias de integração ao nível da promoção, as regras do jogo alteraram-se ainda mais um pouco.

Que futuro?

Uma das vantagens competitivas do Wordpress são as entradas agendadas. Esta é uma deles. Eu não estou cá, porque hoje é o dia mais feliz das nossas vidas.

Conheci no Sapo Notícias um dos novos projectos do gigante Google. Trata-se do Google Health, um serviço que possibilita aos seus utilizadores reunir on-line o respectivo historial clínico. Claro está que a grande vantagem é permitir ao subscritor aceder aos seus relatórios médicos através da Internet onde quer que esteja.
E cito:

O objectivo deste serviço é permitir aos utilizadores o controlo do seu próprio historial clínico, armazenando dados sobre as suas radiografias, resultados de análises, número de internamentos em que hospitais, a medicação que toma, entre outras funcionalidades.

A vantagem para o utilizador é poder consultar os seus dados médicos em qualquer computador e facultá-los, de imediato, a um clínico ou hospital e acelerar diagnósticos e prescrever tratamentos em qualquer parte do mundo.

“O Google Health oferece aos utilizadores uma forma segura de recolher, armazenar e utilizar o seu historial clínico. Quantos de nós já pudemos ver, ou ter nas mãos, o nosso historial médico?” questionou Marissa Mayer, do Google, que considerou ser inadmissível os doentes não terem na sua posse uma cópia desse historial.

O passo dado pela empresa originou muitas dúvidas devido aos possíveis riscos para a confidencialidade dos dados médicos dos doentes.

Em resposta, o Google afirmou que a plataforma de acesso ao Google Health é totalmente independente da plataforma que permite aos utilizadores navegar no motor de pesquisa do Google.

Às vezes basta simplesmente uma boa ideia. Tenho dito!

A agência Bruketa & Žinić resolveu produzir um se-isto-não-é-original-vou-ali-e-já-venho relatório anual acompanhado de um livro de receitas para a Podravka, empresa do sector alimentar daquele país.

Intitulado “Well Done” (“bem passado”), o livro de receitas chegou em branco, e precisou de ser assado no forno durante 25 minutos a 100º C para que se conseguisse ler alguma coisa. O relatório necessitou do mesmo procedimento.

Uma boa ideia é tudo; já dizia o Godin.

Livro que vai ao forno

Livro que vai ao forno

Via Advert-Eyes e aletp

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