6 Setembro 2007 por Helder Encarnação
Já aqui assistimos a ideias originais que algumas pessoas poderão considerar geniais e outras nem por isso.
Enquanto que Joe Tamargo vende o seu corpo a empresas através de tatuagens de websites, Epi Taione vendeu o seu nome ao patrocinador.
Mas apresentemos Epi Taione. Ele é um jogador de râguebi do Tongo. O jogador é agora Paddy Power, nome de uma conhecida empresa irlandesa de apostas que é patrocinadora da selecção do seu país. Segundo o Diário de Notícias na sua edição online, Taione (ou Paddy Power) aceitou o convite esperando que dê sorte ao Tonga no vindouro Campeonato do Mundo de râguebi, em França, e considerando que:
“É uma ideia muito gira. Estou feliz por poder ajudar quando me pedem. Espero que a sorte do râguebi irlandês esteja connosco [...]“
Já Nick Taylor, o representante do conhecido jogador, afirma que a oportunidade de ajudar a selecção era irrefutável.

Epi Taione já tinha surpreendido o mundo quando, em Fevereiro de 2006, foi suspenso por 8 meses após ter mordido Denis Leamy, jogador do Munster e da selecção irlandesa.
Depois da célebre Terri Iligan ter colocado o seu nome à venda num leilão do eBay, e do mesmo ter sido comprado pela GoldenPalace.com, passando a corajosa senhora a ser chamada pelo nome do site, esta é a mais recente história de uma original mudança de nome.
Sim, é verdade, o mundo está mesmo perdido.
Partilhar
Se é novo por aqui, subscreva o feed RSS do blog. Obrigado pela visita!
Colocado em Epi Taione, Promotion | 2 Comentários »
5 Setembro 2007 por Napoleão Mira
Hoje em dia as empresas para além das preocupações normais com a divulgação, comercialização ou prestação dos seus serviços, têm que ter redobrada atenção com a satisfação dos seus clientes.
Esta preocupação deve ser parte integrante da política das empresas, tanto mais que nos dias que correm, os consumidores têm acesso privilegiado às experiências de outros clientes que não se coíbem de partilhar as suas no que se refere tanto a produtos adquiridos como a serviços prestados.
De facto a Internet veio trazer este valor acrescido ao consumidor, mas também deverá fazer com que as empresas prestem especial atenção à sua vulnerável posição quando os serviços ou produtos não correspondem ao anunciado ou comercializado.
Tomemos como exemplo o meio hoteleiro, onde o “Guest Review” funciona como aviso ou recomendação consoante a satisfação do cliente em relação à unidade, onde normalmente se inclui, localização, simpatia, higiene, profissionalismo ou mesmo a relação qualidade / preço.
Até há pouco tempo só sabíamos dos clientes, aquilo que nos diziam, e isso, poderia não corresponder à verdade (quantas vezes acontece em restaurantes com a célebre frase – Estava muito bom eu é que estou cheio – quando a comida é do desagrado do cliente). Agora já temos acesso ao que eles pensam, e isso, pode-se transformar numa excelente oportunidade de desenvolvimento no que diz respeito à satisfação do cliente, caso se esteja atento a esta nova ferramenta de cada vez maior procura pelos consumidores.
Muitas unidades hoteleiras ainda utilizam os questionários de satisfação de modo a monitorizarem os seus funcionários e serviços, mas o resultado fica sempre no segredo dos deuses. Agora, existe a mesmíssima ferramenta, mas partilhada por futuros clientes que demandem a unidade em questão.
Julgo mesmo que deveria haver formação específica dos profissionais deste sector, tendo em vista a repentina exposição a que as unidades hoteleiras se passaram a submeter.
Caso haja uma boa gestão das advertências, (quando as haja) poder-se-ão corrigir muitas situações que o hoteleiro até então pensara serem as mais correctas. Havendo também lugar a penalizações sob forma de decréscimo de facturação caso o hoteleiro descure as áreas onde é criticado, o que faz com esta seja uma das formas de certificação mais fiável e mais democrática; nalguns casos até, melhor que muitas certificações passadas por empresas da especialidade.
Partilhar
Colocado em Guest Review | 2 Comentários »
4 Setembro 2007 por Helder Encarnação
No artigo “Morte às Armas” vimos da capacidade incrível que uma campanha pode ter na sensibilização para uma causa.
O artigo de hoje, retirado do blog de publicidade Blogcitário, não é menos forte.
Trata-se de uma campanha desenvolvida pela conhecida agência de publicidade JWT, acrónimo para James Walter Thompson.
A acção consiste na colocação de 500 mãos flutuantes de crianças numa fonte de uma rua movimentada da cidade de Jacarta, capital da Indonésia, como forma de recordar que, volvidos 2 anos do Tsunami, ainda existem órfãos carentes de ajuda. Perto da fonte, uma placa com o recado: “Muitos órfãos do Tsunami ainda precisam de ajuda”.
Impressionante.

Partilhar
Colocado em Marketing social | 2 Comentários »
3 Setembro 2007 por Helder Encarnação
Segundo o último relatório da The Anholt Nation Brands Index feito em parceria com a Global Market Insite, a marca nacional Portugal é a 20ª mais atractiva numa lista de 38 países. O The Anholt Nation Brands Índex é um estudo trimestral de marcas nacionais elaborado com uma base metodológica de 25,900 questionários em 35 países, elaborado através da Internet.
Segundo este artigo do jornal Público online,
“Portugal aderiu à União Europeia cinco anos depois da Grécia e ainda não conseguiu convencer o mundo de que a sua economia e governo estejam ao nível da maioria dos membros da UE” […]. Em Portugal, o sector do turismo tem, de acordo com o os resultados do inquérito, “fundações mais fracas que na Grécia”, país que aparece no 17º lugar do “ranking”.
A nossa concorrente directa e vizinha Espanha está em 12º lugar no ranking.
O país de nuestros hermanos, ainda segundo o mesmo artigo do jornal Público online,
“[…] apesar de ter aderido à UE ao mesmo tempo que Portugal, construiu uma marca mais robusta”.
A Espanha é um país maior, o que normalmente ajuda a construção de uma marca”, admite o consultor Simon Anholt, responsável pelo estudo […]
A marca que lidera o ranking é a do Reino Unido, seguida da Alemanha e da França.
Se repararmos, não são os países mais ricos que estão nas posições cimeiras. O estudo baseia-se mais nas percepções das pessoas do que em indicadores apenas económicos.
Importa que os governos se apercebam mais da importância que o Marketing poderá ter para a credibilidade e notoriedade de um país, e concomitantemente para estímulo de outras áreas vitais como a economia, por exemplo.
Como diria o Jorge Palma, “Ai, Portugal, Portugal. De que é que tu estás à espera?”
Partilhar
Colocado em Consciencialização da marca, Portugal | 1 Comentário »
2 Setembro 2007 por Helder Encarnação
Um electricista americano, cliente habitual da cadeia de restaurantes de fast-food Burger King encontrou, na sua sanduíche de hambúrguer Double Whopper, uma cabeça humana. Sim, uma cabeça inteira.
É claro que isto é mentira, mas o vídeo já se está a espalhar na Internet, qual vírus nado de uma campanha de Marketing Viral. O vídeo foi lançado no The Onion, site que faz paródias a notícias e que tem, inclusive, uma edição semanal impressa.
O que vos parece? Estará a Burger King também por detrás desta acção para, de alguma forma, promover o seu produto?
Human Head Found In Hamburger
Partilhar
Colocado em Burger King, Marketing Viral | 3 Comentários »