19
Abr 10

Perspectiva turística do Museu – I

O encontro cultural sempre constituiu uma das motivações da viagem. Os Museus substituíam as viagens, nomeadamente, em tempos de poupança, e porque constituíam uma forma indolor de viajar, sem os constrangimentos da viagem e da sujidade e a pobreza dos lugares. Alguns Museus reproduziam o protocolo das viagens emitindo passaportes que eram carimbados aquando a transição de exposição.
Actualmente, a “sociedade da informação” caracteriza-se por um consumidor discípulo da tese socrática do conhecimento (“Conhece-te a ti mesmo”), ou seja, um turista ávido do reencontro com a ecologia e o passado (das suas raízes).
Por outro lado, a globalização dita cada vez mais a necessidade de afirmação da diferença pela afirmação dos padrões culturais.
Estes factores levam a uma nova época de ouro do Turismo, através de um novo produto: o Turismo cultural que é muito mais do que a simples fruição da monumentalidade. O interesse está nos diferentes padrões culturais e na interligação civilizacional, por isso, a procura, hoje, centra-se tanto na beleza dos monumentos, como na descoberta de uma tradição rural (gastronomia, por exemplo).


17
Abr 10

A qualidade em serviços

A qualidade em serviços pode ser definida como a medida em que o serviço vai de encontro às necessidades e expectativas do consumidor, sendo o grau de correspondência a (in)satisfação do cliente.
Impõe-se considerar três aspectos acerca da qualidade em serviços:

  1. a qualidade em serviços é mais difícil de ser avaliada pelo cliente do que a dos bens;
  2. as percepções da qualidade em serviços resultam de uma comparação entre as expectativas do cliente e o desempenho real do serviço;
  3. a avaliação da qualidade não incide somente sobre o produto do serviço como também envolve avaliações do processo de prestação do serviço.

Os serviços baseiam-se em interacções complexas e únicas entre cliente e prestador nomeadamente, em serviços com elevado contacto pessoal, motivo pelo qual são aspectos fundamentais os comportamentos, as atitudes e o desenvolvimento dos recursos humanos.


16
Abr 10

Outra vez o iPad…

Outra vez o iPad da Apple! Grande imagem que vi no post «iPad X Flash Gordon» publicado no excelente espaço Brief do Lombo. (Já aqui disse: é imperdoável para quem se interessa por esta coisa do marketing não conhecer este blogue!)

iPad and Flash Gordon

E pronto; mais outra entrada para o “ciclo iPad”, depois de É muito iJogo, Quem desdenha quer comprar, iSilves e iPede e iPad: anúncio televisivo.


14
Abr 10

III Encontro Nacional de Estudantes de Marketing e de Comunicação

Li no blogue BiMarketing sobre o III Encontro Nacional de Estudantes de Marketing e de Comunicação. O III ENEMC realiza-se nos dias 24 e 25 de Abril em Lisboa. As inscrições deverão ser feitas até ao dia 20 de Abril. O evento reúne um conjunto interessantíssimo de oradores: Carlos Coelho, Pedro Aniceto, Luís Rasquilha ou Andre Rabanea, só para citar alguns nomes.

Será em Lisboa o III Encontro Nacional de Estudantes de Marketing e Comunicação, evento que pretende juntar 200 alunos das áreas do Marketing e Comunicação, das mais diversas escolas e universidades portuguesas. [...]
Os assuntos abordados irão desde a marca e todo o seu universo, ao marketing de guerrilha, tendências, a Web 2.0 e a relação das marcas com as redes sociais e outras plataformas, marketing pessoal. [...]

Eis o sítio oficial do evento: http://enemktcom.blogspot.com/


09
Abr 10

Experience Marketing

De que falamos quando falamos em experience marketing?

Associado ao marketing relacional, que defende que o marketing deve estar orientado para a criação, manutenção e desenvolvimento de relações com os clientes (internos e externos), a longo prazo, o experience marketing pretende operacionalizar e explorar o factor afectividade (a emoção) na interacção do consumidor com a empresa (customer experience), com o objectivo que desta resulte um estado emocional positivo ou de prazer, resultante da avaliação das experiências proporcionadas pela transacção.

Por experience marketing entende-se então, a capacidade das marcas transferirem de forma sistemática e coerente os seus valores e posicionamento através de emoções possíveis de serem vividas (experiências = “emoções formatadas”).

Para saber mais, recomenda-se a leitura de “Gestão de Experience Marketing”, de Joaquim Caetano, Andreia Andrés, Luís Rasquilha, onde os autores destacam o case study da empresa A Vida é Bela, do visionário António Quina.


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