Já assistimos aqui neste modesto estaminé a ideias originais. Vimos casos como o de Epi Taione que vendeu o seu nome ao patrocinador; o de Joe Tamargo que vende o seu corpo a empresas através de tatuagens de websites; o da empresa norte-americana Handvertising que carimba anúncios nas mãos de quem participa em eventos; ou o de um bordel alemão que dá entrada gratuita e vitalícia a quem tatuar Pascha, o nome do estabelecimento, no corpo.
O conteúdo do post de hoje acompanha esta tendência de abandonar o comum. Li no briefing um artigo com o sugestivo título «Agência lança publicidade em moscas»…
Tudo aconteceu na Feira do Livro de Frankfurt. Para promover o stand da editora Eichborn, a agência de publicidade Jung von Matt/Neckar colocou anúncios em moscas.
Segundo o artigo supracitado:
[...] Este “flyvertising” foi concretizado através da colocação de pequenos banners, atados a moscas, com um material colante que, segundo os criadores, não causa qualquer tipo de danos, descolando-se sozinho após algumas horas. Para esta acção foram libertadas 200 moscas, que voaram pelos stands da Feira de Frankfurt [...]
E pronto. Resta-nos esperar que alguma agência se lembre de colocar um porco a andar de bicicleta. Aí sim, já podemos dizer que vimos tudo.