Ele há coisas com muita piada neste mundo do marketing: de vez em quando, lá aparece um marketer mais atento e, certamente, mais criativo, que consegue acelerar sobremaneira e, de forma curiosa, a apetência por um produto mais ou menos corriqueiro. No post Clutch: que bicho é esse? já vos tinha dado conta de um exemplo do género: as Clutches, as tais malas com um nome assim-mais-para-o-fino, e que constituem também sem dúvida um acessório feminino muito em voga.
Hoje quero falar-vos das Pulseiras Pandora. Tenho amigas que veneram a Pandora. Dizem que a Pandora é A pulseira. Ensinaram-me que o que a peça de bijutaria tem de tão especial é que se pode montar a gosto… Ora; as pessoas adoram poder personalizar algo, não é?
No caso da Pandora, o glamour manda comprar separadamente o fio e, a posteriori, escolher diversos ornamentos – vulgo berloques – que o complementem. Os berloques podem ser construídos em vários materiais, ter diversas formas e feitios. Podem representar acontecimentos especiais ou triviais. Já me falaram que, para aniversariantes, existem listas – como aquelas dos casamentos – como o rol de acessórios pretendidos para a Pandora…
Viva o marketing.