Um artigo que li no Sol acautela: Sites «amigos» das crianças «manipulam» os mais jovens.
E cito:
Um estudo lançado pela Consumer Reports WebWatch e a Mediatech Foundation concluiu, segundo o portal Vnunet, que é comum as crianças a partir dos dois anos e meio irem à Internet e que os portais mais populares entre os mais jovens são «moderadamente» ou «muito» comercializáveis.
Os investigadores constataram que a maioria dos sites, incluindo os jogos on-line, promove a ideia de consumismo.
A técnica mais utilizada segue o modelo «recompensar pelo trabalho», premiando as crianças com pontos, moedas ou notas que podem ser utilizadas para «comprar» itens, como roupa, maquilhagem, televisões e outros acessórios, para os seus animais de estimação ou avatars virtuais.
O relatório refere ainda que os websites atormentam frequentemente as crianças, apresentando-lhes opções aliciantes e até ameaçando que as suas criações on-line vão deixar de ser acessíveis se não se efectuar um pagamento.
«As crianças adoram ir à Internet» e existem «exemplos de conteúdos on-line de qualidade», afirmou Warren Buckleitner, editor da Children’s Technology Review e autor do relatório.
«Mas após assistir a dez horas dos típicos jogos on-line, nós ficamos chocados com a extensão do comportamento manipulativo existente», acrescentou Warren Buckleitner. […]
Se as empresas já conseguiam cativar a atenção das crianças através de campanhas dirigidas a outro tipo de targets, imagine-se assim…
O que pensam destas acções dirigidas a públicos alvo incontestavelmente influenciáveis como o das crianças? Haverá aqui um excesso de aproveitamento da candura infantil através de estratégias pouco éticas de lucrar?
[...] Helder Encarnação aponta para o artigo do Sol intitulado”Sites ‘amigos’ das crianças ‘manipulam’ os mais [...]